Deus disse: Isso me basta!

Diante dos prazos, diante das ansiedades, diante do cansaço, diante da preguiça, diante das vaidades, diante das dúvidas, diante da falta de vontade as virtudes, diante da indiferença ao próximo, diante da indiferença a si próprio. Deus disse! Antes mesmo de qualquer ser humano existir, Ele disse!

Então Deus disse: — Haja luz! E houve luz.

(Gênesis 1.3)

HAJA LUZ! Antes do homem ser formado a própria imagem de Deus. Antes do pecado cometido. Antes da graça superabundado. Antes da morte na Cruz. Antes do “Está consumado!”, Ele atribui o seu primeiro agir, uma característica do Seu próprio atributo. Luz que instintivamente representa clareza e verdade, que ilumina tudo e das trevas faz surgir.  O que nos fará descansar hoje e se assim nos for permitido, acordar amanhã. Não depende de nós, assim como desde o princípio nunca dependeu. 

Em seu livro, A Revolução dos Bichos, George Orwell, usa um carismático personagem chamado Major. Um respeitável e admirável porco, que diz: “O homem é o nosso único e verdadeiro inimigo”.  Eu acrescento, ele não é o único,  mas o pior inimigo de si mesmo. Cria para si seu próprio mundo, gera sobre si expectativas, assim como seus próprios problemas. Faz um labirinto dentro de si mesmo e ainda se perde. Contudo, a mesma luz que gerou o dia, o sol, a energia, o calor, é a mesma fonte da verdade, do caminho e da vida. Somente por esta luz podemos nos encontrar e consequentemente Encontra-lo.

“Terra de Zebulom, terra de Naftali, caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios! O povo que vivia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz..

( Mateus 4.15-16)

Jesus, que transforma ignorância em sabedoria e escassez em abundância. Que converte desgraça em graça e que gera na morte, vida! Ele tem quaisquer condições de conduzir íntima, pessoal e profundamente as nossas almas. 

“Não há um centímetro quadrado em todo o domínio de nossa existência humana sobre o qual Cristo, que é Soberano sobre todos, não clame: É Meu !

– Abraham Kuyper

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