A IMPORTÂNCIA DA REFORMA

A lembrança da Reforma não deve apenas ressuscitar o relato dos eventos inerentes ao seu tempo. Falar de Reforma é mais do que estudar a história de uma denominação. É enxergar em Lutero um coração destemido e leal às Escrituras. Talvez, a maior contribuição deixada por esse monge alemão tenha sido o esclarecimento da doutrina base: Sola fide (somente a fé), Sola scriptura (somente a escritura), Solus Christus (somente Cristo), Sola gratia (somente a graça), Soli Deo gloria (glória somente a Deus).

Assim como Martinho e outro reformadores, não podemos olhar para nossas igrejas e simplesmente concordar com o que é feito. Eles, assim como Pedro Valdo no século XII, abriram suas bíblias, meditaram na Palavra e a Verdade os libertou (Jo 8.32). Ser um cristão reformado é ser um humano inteligente e humilde, que pensa e crê. É ser um alguém crítico e firme na doutrina verdadeira.

Hoje, 503 anos depois, será que precisamos de uma nova Reforma? Os radicais, que facilmente se encantariam com Thomas Münzer, diriam que sim. Os religiosos diriam “não” com convicção, pois sacramentam tudo o que podem. Mas, os reformadores diriam: “não precisamos mudar, precisamos voltar”. O maior esforço de um reformador é manter-se sempre próximo às Escrituras. Sejamos os reformadores de nosso tempo, evidenciando as verdades imutáveis. O reformador não deseja mudar, mas sim retornar ao primeiro amor (Ap 2.4, 5).

Feliz dia da Reforma!

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