A partir da provocação de Merleau-Ponty e Gilberto Dupas, este ensaio investiga a quem realmente interessa o mito do progresso contínuo e propõe o resgate do corpo sensível e do contentamento como formas de resistência.
A partir da provocação de Merleau-Ponty e Gilberto Dupas, este ensaio investiga a quem realmente interessa o mito do progresso contínuo e propõe o resgate do corpo sensível e do contentamento como formas de resistência.